lembranças...

terça-feira, 20 de agosto de 2019


Minha alma ilhada, revestida de ilusão apaziguou o som que surgia do meu chão, meu olhar desilusão matava esperanças em ver novamente a luz... Vida vazia, ferida aberta expondo poesia.
 O sentimento era solitário e profundo
 E a luz aos poucos se apagava  frente os cansaços dos dias
De repente uma mão, estendendo abrigo ao coração...
Uma mão pequena e quente que aqueceu sorrisos, trazendo de volta a luz suave e viva

De repente uma mão e um sorriso intenso
Uma aura amarela que com luz incandescente deixou tudo mais bonito
De repente um resgate a alma fria e vazia e tudo na sua forma mais infinita ganhou vida.

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